sexta-feira, 31 de agosto de 2012

Adenoma pleomórfico na glândula parótida

Primeiramente, gostaria de esclarecer que este artigo não é escrito por um especialista, mas sim por um paciente. Resolvi escrevê-lo, pois eu desejava ler um artigo como este logo que diagnostiquei o tumor, mas não encontrei. Todas as informações explicitadas  aqui foram adquiridas por mim ao longo dos três anos (e três cirurgias) que enfrento esse tumor. Talvez elas sejam úteis para alguém! Bom, lá vamos nós.

O que é adenoma pleomórfico? Como ele é diagnosticado?

Glândula salivar parótida indicada acima por "Parotid gland"
O adenoma pleomórfico é um tumor benigno que ocorre nas glândulas salivares, sendo mais comum na glândula parótida, a glândula salivar mais acometida por essas lesões neoplásicas. Apesar de sua natureza benigna, o tumor caracteriza-se pelo alto índice de reincidência, ou seja, há uma grande probabilidade de reaparecer. Seu crescimento é indolor e relativamente lento, apresentando-se firme e móvel à palpação (a menos que seja encontrado no palato). A maioria das lesões diagnosticadas acometem pacientes com idade entre 30 e 60 anos, com certa predominância no sexo feminino. Há uma pequena probabilidade da evolução do adenoma pleomórfico para um carcinoma, neoplasia (proliferação e formação atípica de determinado tecido) de natureza maligna. A única forma de tratamento é a remoção cirúrgica do tumor e/ou da região lesionada, procedimento chamado de parotidectomia.
Diagnosticar um adenoma pleomórfico, principalmente na glândula parótida, é uma tarefa difícil no seu início pela suas características assintomáticas. Sendo assim, normalmente o paciente, com a intenção de descobrir o crescimento anormal de alguma glândula salivar (no caso, a parótida), vai ao profissional de saúde, onde passa inicialmente por uma anamnese (entrevista em que o paciente conta ao médico os fatos relativos a uma possível doença, ponto de partida no diagnóstico de qualquer doença) e por exames físicos, ou seja, o início do diagnóstico é essencialmente clínico. Com a execução do exame clínico, o profissional da saúde certamente receitará alguma ecografia e/ou tomografia da região. No caso da glândula parótida, a região chama-se pré-auricular. Com os resultados dos exames, certamente será marcada a cirurgia e os exames pré-cirúrgicos (raio-x do pulmão, exame de sangue, etc).

Passei por três cirurgias dessas, e, pelas minhas experiências posso dar algumas informações, dicas e conselhos. As três foram de anestesia geral. O procedimento cirúrgico dura de 2 a 4 horas. O tempo de internação no hospital após a cirurgia varia de 1 a 3 dias, entre a sala de recuperação e o quarto. O inchaço do rosto vai diminuir à medida que os dias passam. A parotidectomia superficial deixa seu rosto um pouco aprofundado sim; logo depois da cirurgia, fica aprofundado e inchado, o que nos deixa parecendo um monstro, mas não é esse o resultado final. Não é nada muito visível, nem a cicatriz vai ficar muito visível. Se ficar alguma sequela nos movimentos da face, esforce-se para fazer movimentos com o rosto o máximo que puder: rir, assobiar, cara de assustado, enrugar a testa, etc. O tempo de recuperação dos nervos faciais é de 6 meses. Tome banho tranquilamente: a cicatriz não vai arder, e não tem nenhum problema; apenas tome cuidado na hora de secar a região. Nas minhas recuperações, tomei ibuprofeno e paracetamol, um combo analgésico muito forte, que nos deixa com muito sono e com o temperamento alterado. Cerca de uma semana e meia após a cirurgia, seu rosto já não está mais inchado como antes. Dependendo da lesão no nervo facial, os movimentos do rosto podem voltar parcialmente (e até totalmente, dependendo) após alguns meses. Procure um fisioterapeuta. Exercite seu rosto! E não se preocupe: cicatrizes são histórias para contar.

(Saiba mais da minha história clicando aqui e aqui.)

Na glândula parótida, o método tradicional é a remoção da região superficial da glândula, conforme se pode ver no vídeo abaixo:


Há cirurgias filmadas disponíveis no YouTube. Não as coloquei aqui porque as imagens podem ser fortes dependendo da pessoa. Então, se você quiser ver uma cirurgia real, pesquise por "parotidectomy" ou por "pleomorphic adenoma". Relembrando: assista apenas se você tiver estômago forte.

Risco de sequelas da parotidectomia

A parotidectomia não é uma cirurgia fácil. Segundo os médicos que me operaram, nenhum profissional gosta de realizar essa operação pela sua dificuldade. 

Como se pode ver na imagem à esquerda, o nervo facial passa bem na região onde se localiza a glândula parótida. Na verdade, a glândula envolve o nervo e suas ramificações. Devido a esse fato, é quase impossível que o nervo não seja tocado durante o procedimento cirúrgico, em alguns casos o nervo pode ser retirado, o que causaria paralisia facial permanente do lado afetado. Ou seja, em algum nível o nervo facial vai ser atingido, o que significa que, após a cirurgia, o paciente pode ficar com os movimentos da face afetados temporária ou permanentemente, dependendo do tipo da lesão no nervo facial. O tempo de recuperação do nervo é de até 6 meses após o procedimento cirúrgico.

A síndrome de Frey também é uma sequela observada após parotidectomia. Os sintomas mais comuns são liberação de uma espécie de suor e de uma sensação de calor na pele da região da glândula parótida durante a mastigação. Em alguns termos mais fáceis, é como se as fibras da salivares da parótida se unissem às fibras sudoríparas subcutâneas; logo, durante a mastigação, além de se produzir saliva, produz-se ao mesmo tempo suor e a sensação de calor na pele.

Há relatos de pacientes que suam bastante a região ao ponto de ter que fazer as refeições sempre acompanhado de papéis-toalhas a fim de secar o líquido produzido. No meu caso, na minha segunda cirurgia (já passei por três), fiquei com uma síndrome intensa logo depois da cirurgia, mas depois foi aliviando. Hoje a região sua enquanto mastigo, mas nada muito anormal.

O lóbulo da orelha pode ficar sem sensibilidade por algum tempo após a cirurgia. Após a minha segunda, fiquei de 2 a 3 meses sem sentir a parte inferior da minha orelha. Leia mais informações sobre esse assunto no link: http://www.oncoguia.com.br/site/interna.php?cat=159&id=3367&menu=2.

ATUALIZAÇÃO 07/09/2013

As minhas sequelas

Na primeira cirurgia, que foi apenas a retirada do tumor (sem retirar a parótida), eu perdi o movimento de enrugar a testa do  lado onde fui operado (lado direito). Passados 5 meses, eu estava com o movimento praticamente recuperado.

Como o tecido lesionado não havia sido retirado, o tumor voltou. E, na segunda cirurgia, foi a minha parotidectomia superficial em si (remoção do tumor e da parte superficial glândula, como no vídeo acima). Então, eu perdi novamente o movimento de enrugar a testa, que voltou menos da metade. O movimento de sorrir também havia sido prejudicado, mas este voltou completamente após o inchaço passar e o nervo correspondente se recuperar (cerca de 3 ou 4 meses). Mas, como sobra um pouco mais de pele após a cirurgia, eu fiquei sem covinha na hora de sorrir de um lado.

E agora, na minha terceira cirurgia, estou com praticamente todo o rosto paralisado no lado direito, tendo apenas o movimento do lábio inferior e o queixo. Devo usar de hora em hora um colírio (Lacrima Plus), pois o olho resseca com facilidade. Na hora de tomar banho, tenho que fechar o olho com um dedo na hora de tirar o shampoo, e, mesmo assim, quase todo banho dá uma ardida. Dar risada é um pouco complicado psicologicamente no início: o sorriso não abre no lado direito. Isto incomoda um pouco, mas, depois que se entende o que poderia ter acontecido na cirurgia (que. como se viu, não é nada fácil), a gente vai se acostumando. No segundo dia após a cirurgia, meu olho inchou bastante; parecia que eu tinha levado um soco. Cerca de 4 dias depois, já estava normal, mas ficou um pouco roxo. Em uma semana, o roxo já voltou ao normal. Ah, e durante os 10 dias posteriores à cirurgia, eu sempre tomei Ibuprofeno (a cada 8 horas) e Paracetamol (a cada 6 horas).

Fisioterapia

Ontem, dia 06 de setembro, comecei pela primeira vez a fazer fisioterapia. Eles utilizaram um técnica chamada FES (Functional Electrical Stimulation), livremente traduzido como estimulação elétrica funcional ou eletroestimulação funcional. A técnica consiste em usar o aparelho FES, que através de eletrodos, libera pequenas descargas elétricas na região afetada, ocasionando a contração dos músculos afetados, estimulando, assim, a região. As descargas são feitas por pulsos. Por exemplo, são 4 segundos de descarga e 3 de pausa. No meu caso, são sessões de 25 minutos. A sensação de receber a primeira descarga do FES não é muito agradável, e a gente até se assusta um pouco, mas é apenas uma questão de habituação.

Esperei a fisioterapeuta sair da sala e tirei uma foto para vocês verem como é:


A fisioterapeuta que está me atendendo e uma amiga minha, também fisioterapeuta, indicaram um exercício que pode ser feito em casa. O exercício consiste em passar um cubo de gelo diretamente na região afetada, e, então, tentar fazer o movimento. Por exemplo: no caso do movimento da testa, passe o gelo mais ou menos na região do nervo afetado, e tente enrugar a testa. Passe o gelo novamente e tente enrugar a testa. E faça o mesmo com todos as regiões com os movimentos afetados. É fácil, e só precisa de um gelo e um espelho.

ATUALIZAÇÃO 04/05/2012

Bom, depois de 8 meses da última cirurgia e sem escrever nada aqui, e com o alto número de pessoas que consegui ajudar com informações, sinto-me na obrigação de atualizar este artigo para falar um pouco mais do que tem acontecido comigo e, dessa maneira, ajudar o maior número de pessoas possível.

Em janeiro de 2013, começou a ocorrer uma melhora nos movimentos que havia perdido. Em fevereiro, já conseguia sorrir no lado direito um pouco mais e fechar quase todo o olho direito. Nada 100%, mas muito significativo para quem estava preparado para o pior.

Eletroneuromiografia


Após 40 sessões de fisioterapia, tive de fazer um exame chamado eletroneuromiografia, cujo objetivo é verificar o grau da lesão provocada pelos procedimentos cirúrgicos no nervos e músculos faciais. O exame consiste em colocar um eletrodo que perfura a pele como uma agulha de acupuntura e se pede ao paciente que realize alguns movimentos musculares voluntários. No caso, o médico colocou esse eletrodo em duas posições abaixo do olho e outra ao lado da boca. Com um outro aparelho, o médico libera um pequeno impulso elétrico para diagnosticar a região em que se encontra o eletrodo. É bem como a foto ao lado, só que no rosto. Confesso que fiquei bastante nervoso antes de realizar esse exame, pois sabia que iria doer em alguma intensidade. Na verdade, dói um pouco sim, mas é rápido. O exame todo deve ter durado no máximo 10 minutos.

Radioterapia

Como vocês já leram, o adenoma pleomórfico é benigno, mas tem a característica de recidivar. Pois é, mesmo depois da terceira cirurgia, parece que ele quis dar as caras de novo. Então, resolvi procurar ajuda num outro médico. Com a ajuda financeira de algumas pessoas especiais, consegui me consultar com um dos melhores cirurgiões pescoço-cabeça e especialistas nesse tipo de tumor. Para resumir, ele pediu que eu fizesse alguns exames, como a eletroneuromiografia que citei acima e uma tomografia computadorizada com contraste (sim, aquela substância que se coloca no sangue). Com os resultados, ele considerou que o que estava aparecendo na região operada realmente poderia ser uma recidiva do tumor. Esse doutor me receitou algo que os outros médicos não receitaram e que eu tinha lido em vários artigos científicos: radioterapia. (No meu caso, só comecei a realizar as sessões de radioterapia depois de ter alguma recuperação dos movimentos, que começou a ocorrer apenas no quinto mês após a última cirurgia. Comecei de fato a realizar esse procedimento 8 meses após minha última cirurgia, em abril de 2013. Esse tempo pode variar de caso para caso.)

Pesquisei em diversas clínicas, mas o valor do tratamento sempre ficava acima de R$ 11.000,00, um valor acima das minhas possibilidades e para qual não estava preparado. Sem convênio médico, tive de recorrer ao SUS. Para a minha surpresa, a parte burocrática do SUS foi bem rápida até: em 2 meses eu estava fazendo a minha primeira sessão. Tive de realizar outra tomografia computadorizada com contraste para que se estudasse a região a ser irradiada. E também tive que fazer uma máscara para a realização das radioterapias, como a da foto ao lado. É uma massa quente que estica no rosto e que, depois de alguns minutos, enrijece.

O tratamento ocorre numa sala que contém um aparelho enorme, com uma mesa em que o paciente se deita  e tem sua cabeça fixada pela máscara feita alguns dias antes. Não se sente dores nem mesmo sensação de calor durante as sessões. E é realmente muito rápido: cada sessão dura cerca de 10 minutos. O técnico prepara o paciente na mesa, prende-lhe a cabeça e prepara a máquina. Quando ele sai da sala, alguns segundos depois o aparelho faz um barulho agudo. Enquanto esse barulho estiver acontecendo, ele está liberando radiação sobre a região tratada.

Foram marcadas 28 sessões de radioterapia, das quais 9 já foram realizadas. Segundo a enfermeira que me passou algumas orientações, a pele da região irradiada escurece ao longo do tratamento, o que já posso notar. Minha pele naquela região está avermelhando aos poucos. Ela também falou que a boca ficará mais seca, e, consequentemente, algumas dores de garganta podem ser comuns. Também já sinto esses sintomas.  Preciso beber muita água, conforme sua recomendação. Mas, depois do tratamento, esses sintomas vão desaparecendo com o tempo. Ademais, os médicos receitaram compressas com chá de camomila na região. Também utilizo um creme de camomila para tratar a pele irradiada.

- Assim que eu acumular mais informações, atualizarei o artigo.

- Perdoem-me a demora para responder os comentários aqui e as mensagens no Facebook. Na medida do possível, estarei respondendo todos vocês. É muito bom ver que consigo ajudar pessoas de diversos lugares do Brasil com este artigo. Obrigado pelo feedback!

- O segredo é não desanimar. Temos que enfrentar isso

Foi criado um grupo no Facebook com o objetivo de compartilhar relatos e experiências relacionadas a tumores na glândula parótida. Se você gostaria de participar, acesse: https://www.facebook.com/groups/425547010877283/.

Dica: se você saber ler em inglês, há uma grupo no Facebook chamado I had a Malignant or Benign Parotid Gland Tumor, onde cerca de 160 membros compartilham suas histórias, e relatam suas cirurgias, suas recuperações. É um espaço muito bacana que eu descobri há pouco tempo. Vale a pena dar uma conferida!

Sou leigo no assunto, e este artigo tem caráter totalmente introdutório. Se você quiser estudar mais sobre o assunto, consulte as referências bibliográficas abaixo.

Referências bibliográficas

LAWALL, M. A.; SIMONATO, L. E.; RIBEIRO, A. C. P.; CRIVELINI, M. M.; MORAES, N. P. Adenoma Pleomórfico: relato de caso clínico. Revista de Odontologia da Universidade Católica de São Paulo: São Paulo, set-dez 2007. Disponível em: http://www.cidadesp.edu.br/old/revista_odontologia/pdf/6_setembro_dezembro_2007/adenoma.pdf

CARBONI, S. S. C. M. Padrão de expressão das GTPases Rho em adenoma pleomórfico de parótida. Universidade Federal do Triângulo Mineiro: Uberaba, 2011. Disponível em: http://www.uftm.edu.br/patolo/cpgp/imagem/Tese_SimoneCarboniME.pdf

KLIGERMAN, J.; LIMA, R. A.; DIAS, F. L.; BARBOSA, M. M.; FREITAS, E. Q.; SÁ, G. M. Complicações das cirurgias dos tumores das glândulas salivares. Seção de Cirurgia de Cabeça e Pescoço do Hospital do Câncer I/INCA: Rio de Janeiro, 2003. Disponível em: http://sbccp.netpoint.com.br/ojs/index.php/revistabrasccp/article/viewFile/56/52.

SANTOS, R. C.; CHAGAS, J. F. S.; BEZERRA, T. F. P.; BAPTISTELLA, J. E.; PAGANI, M. A.; MELO, A. R. Prevalência da Síndrome de Frey após parotidectomia parcial. Revista Brasileira de Otorrinolaringologia: vol.72, n.1, São Paulo, jan-feb 2006. Disponível em: http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0034-72992006000100017.

AZENHA, M. R.; MARZOLA, C.; CAPELARI, M. M.; GUZMAN, S. Tumor benigno das glândulas salivares (adenoma pleomórfico): apresentação de três casos. UNIMEP: Piracicaba, 2008. Disponível em: https://www.metodista.br/revistas/revistas-unimep/index.php/FOL/article/download/70/27


36 comentários:

  1. Nossa.... Tenho inchaço nos dois lados do rosto, na parotida mesmo... Nao posso me alimentar com nada mais cítrico ou com mais tempero que já incha... Não sei o que é , o médico que devo procurar seria um otorrino?!?!? Obrigada

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    1. Olá, Alinne!

      Parece-me uma inflamação, mas indico a procura primeiramente por um clínico geral, pois não sabemos ao certo do que se trata. Certamente ele indicará exames que diagnosticarão o que tu tens e te orientará no tratamento.

      Assim que diagnosticares o que tu tens, por favor, escreva aqui, pois tenho certeza de que o teu comentário ajudará outras pessoas.

      Melhoras! :)

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  2. Fiz uma cirurgia de parotida no sabado 27/10/2012 estou bem mas com os sintomas da sua primeira cirurgia. Tbm procurei saber se varias coisas e como vc nao tinha, acho q oq vc drescreveu acima é exatamente oq uma pessoa qdo diagnosticada com o Adenoma quer saber. PARABENS que Deus esteja com vc. Ahhhh qual seu cardapio no pós??? DEBORA KELY

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    1. A minha alimentação ficou limitada a coisas fáceis de mastigar, pois o meu lado direito doía muito e estava com a abertura bucal bastante limitada devido à cirurgia.

      Muito obrigado pelo seu comentário! Foi para pessoas como você que escrevi esse post.

      Que Deus te abençoe, querido.

      Abraço!

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    2. Oi Jonathan sou a Debora q escreveu acima é q estava no blog do meu filho, faço parte da sua da nossa pagina no face e todas as vezes q ajudamos alguem la com troca de informações e experiências peço a Deus que abençoe sua vida sabe. Suas informaçoes são muito importantes. A PAZ DO SENHOR MEU AMIGO FICA COM DEUS E Q ELE TE ABENÇOE

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  3. ola!meu nome e thays e eu estou adnoma pleomorfico vo ter que fazer a cirurgia esto com muito medo choro todos os dias com medo de ficar com alguma deficiencia facial sera que todas as cirurgias deixam sequelas?

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    1. Depende, querida. Depende muito da localização do tumor, do quanto terá de ser retirado da glândula e do quanto o nervo facial terá de ser manipulado durante a operação. Mas fique tranquila; lembre que o importante nesse momento é você ficar bem. Se ficar alguma lesão, talvez ela seja reversível. E, se não for, a gente aprende a viver com ela. Fica na paz, certo?

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  4. Bom tarde Jonathan! Excelente esse seu blog!Hoje faz duas semanas que eu fiz a cirurgia da retirada de um tumor na parótida esquerda e terei que fazer outra cirurgia ainda não marcada para retirada no lado direito também, mas minha dúvida é que hoje tenho dificuldades de movimentar meu lábio superior no lado esquerdo e fechar completamente os meus olhos e mexer a bochecha, mas meu medico não indicou para fazer fisioterapia somente para passar os dedos abertos para passarem no lado esquerdo em direção ao lado direito, minha dúvida é o seu médico mandou vc fazer fisioterapia dês da primeira cirurgia? Obrigada

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    1. Olá, Shirlei!

      Muito obrigado pelo seu comentário. Também gostaria de pedir perdão pela demora.

      O meu médico só indicou fisioterapia na minha terceira cirurgia. Das outras vezes, o movimento voltou ao normal (ou quase normal) em torno de uns 5 ou 6 meses.

      Dessa vez, creio que meus movimentos não voltarão. Aliás, tenho que (e vou!) atualizar esse post assim que possível.

      Teu médico te indicou um exercício parecido com os que fiz nas fisioterapias. Continue fazendo esse exercício, e tente aquele com gelo que indiquei ali no post.

      Estou à disposição para o que precisar.

      Abraço!

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  5. Muito obrigada Jonathan pelo seu retorno!!vc não sabe o quanto esse blog me ajudou e espero suas atualizações.Mas colocarei seu nome nas minhas orações para sua recuperação,pois para Deus nada é impossível.
    Forte abraço fica com Deus

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  6. Que vc e todas essas pessoas que sofrem com essa doença ou qualquer outra sejam abençoados por Deus. Sofro da mesma coisa e há anos tento minha cirurgia. Só Deus para dar conforto nas nossas vidas diante de tanta dificuldade que encontramos na saúde pública. Sou do Rj e há quase 6 anos tento pela intervenção cirurgica. Mas tudo tem o seu tempo!!! Grande abraço td de melhor pra vc.

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  7. Fui diagnosticada há três anos com adenoma. Fiz uma biopicia com punção guiada por ultrassom, que foi muito dolorosa. Não haviam células cancerígenas coletadas, mas com indicação cirúrgica. Até agora nso tive coragem de operar, mas estou sentindo desde de atarde de hoje um incômodo, que espero nao ser algoma complicação. Mas emfim, tomei coragem e em breve realizarei a cirurgia.

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    1. Oi Bianca! Me encontro na mesma situação sua porém com um pouco mais de tempo. Não perca sua fé e não desanime. Precisamos ser forte e encarar a situação. Um grande abraço.

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  8. Obrigado por compartilhar suas experiencias, estou com o mesmo problema e antes de ler teu artigo estava bem desorientada, estou um pouco melhor depois de ler tua luta.

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    1. Poxa, que bom poder ajudá-la.

      Força para enfrentar!

      Conte comigo.

      Jonathan.

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  9. Olá, me chamo Lessandra, e também fiz a cirurgia de parotidectomia total do lado direito (com preservação do nervo facial)em março de 2013. Como aquele inchaço era indolor fui deixando de lado, não me atrapalhava em nada, quando me consultei com o cirurgião de cabeça e pesçoco (em janeiro/2013), veio aquele desespero, pois me perguntou como eu deixei chegar naquele tamanho (e não era tão grande assim.rs). Dai,eu fiu pesquisar na internet, e não há muito sobre o assunto, mais achei o seu blog e gostei, li e reli antes da cirurgia.
    O que achei muito, foi cirurgias filmadas no youtube. Assisti umas, daí fiquei com aquilo na cabeça, pensando que daqui um mês seria eu (não recomendo fazer isso).
    O cirurgião me deu aquela papelada para realizar os exames pré operatório, explicou como iria ser a cirurgia, falou das estatíticas que 80% é benigno, e com o passar dos anos pode se alterar para maligno(então a cirurgia deve ser feita, sim, sem medo). Falou também da paralisia temporaria do nervo facial.
    Então, retirei a parótida inteira do lado direito (e o adenoma era grandinho, eu vi ele antes de ir para biopsia), a cirurgia foi tranquila (me operei no sabádo as 16 horas, e no domingo as 20 horas tive alta). Parte da minha boca do lado direito ficou paralisada, e também não dava para abrir a boca muito (só sopa, sanduichão nem pensar, só se fosse bem picadinho). O movimento do lábio superior voltou. Quando dou risada, ainda o meu lábio inferior direito fica imovel, e estou fazendo as fisioterapias com FES e exercícios para o movimento voltar. O local do corte ainda está amortecido, só a sensibilidade da parte superior da orelha voltou. Mas tudo isso, é de menos, o que importa é a saúde.

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    1. Olá, Lessandra!

      Sua história é parecida com a minha. Inicialmente eu também não dei bola para o inchaço no meu rosto. Eu mal sabia o que estava a me esperar, haha.

      Eu criei post para justamente unir tudo o que eu sabia sobre o assunto, pois, quando descobri o que eu tinha, tentei achar informações na internet, e foi meio complicado. E, com o tmepo, pessoas como você começaram a relatar suas histórias também, o que é melhor ainda para aqueles que estão querendo aprender sobre o tumor.

      Muito obrigado por vir compartilhar sua história. Ela é de muito ganho para todos nós.

      Realmente espero que você tenha forças e que fique boa logo. E, sim, o que importa é a saúde, independente dos procedimentos que são necessários para preservá-la.

      Parabéns, lutadora.

      Atenciosamente,

      Jonathan.

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  10. O meu caso é parecido tbm, mas eu não notei inchaço e sim um caroço entre o ouvido e o queixo. Bem fui encaminhada para uma ecografia e após um punção, que fiz ontem 02/07 e doeu pra caramba. Agora estou no aguardo do resultado e ja tenho consulta marcada para o dia 11/07 para ver a análise do médico. Agradeço o seus posts pois não tinha muita informação na internet mesmo e estava com medo de operar, mas agora já estou mais tranquila.

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    1. Não precisa agradecer, Carol!

      O mínimo que eu posso fazer é compartilhar o pouco que eu sei e passei.

      Se usares Facebook, tens a opção de participar do grupo "Tumores benignos e malignos de glândula parótida", que criei para as pessoas que têm/tiveram tumores como o nosso compartilharem suas experiências. Tem sido muito bacana. Se quiseres dar uma olhada, acesse este link: https://www.facebook.com/groups/425547010877283/

      Estou orando por sua cirurgia.

      Conta comigo.

      Jonathan.

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    2. Olá Jonathan, bom dia gostaria muito da sua opinião, sobre o meu relato abaixo, não quero fazer a cirurgia agora, fazer acompanhamento do crescimento, por quanto tempo ?

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  11. Olá Jonathan, muito gratificante suas informações, foram valiosas para discutir com meu medico. Fiz a punção e o resultado em 15/07, "quadro citológico sugestivo de adenoma pleomórfico" benigno, pelo ultrason med. 16x11mm. O Dr. Fernando Porto (ICC-Ce) foi muito claro, deve tirar a parotida D. Como tenho que operar um colesteatoma no ouvido D, vamos acompanhar o crescimento a cada seis meses, com ultrason, visto que esse nódulo esta ai há mais de 15 anos.
    Conto com o seu comentário. Quanto tempo podemos aguardar ?

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  12. Olá!
    Dia 10/09 agora realizarei minha cirurgia para remoção completa da parótida direita. Minha história começou do nada: há 3 meses fui tomar banho e quando sai meu pescoço estava enorme! Até o momento eu não fazia ideia do que era a parótida.
    Fui a 2 médicos e eles me passaram 3 tipos de anti bioticos que não surtiram nenhum efeito, até que um deles me encaminhou para um cirurgião de cabeça e pescoço que pediu um ultra som e verificou a presença de um liquído e uma massa na minha parótida direita.
    O médico optou por ir direto para a cirurgia de remoção com a biópsia durante a cirurgia (sem antes haver a pulção).

    Confesso que estou com muito medo do que pode acontecer mas ao mesmo tempo confiante, é um grande misto de sentimentos...
    Gostaria de saber dos leitores e do autor do blog quanto tempo demora a internação e o afastamento do trabalho? Uns 15 dias talvez?

    Muito obrigada!

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    1. Olha, me chamo Lessandra, e fiz a cirurgia no dia 23 de março de 2013. Não precisa ter medo, para mim não doeu nada, nem antes, nem durante (lógico estava anestesiada) e nem depois, e olha que meu adenoma era grande e tive que tirar a parótida direita. Me intermei no sábado (dia 23.03) por volta do meio dia (a dieta é zero, nada de alimento e nem água) e tive alta no outro dia 24.04 às 21 horas. Tive que por um dreno e ficou 02 dias. Pena que não dá para postar foto, não das cirurgias, que nem gosto de ver, mas fotos da recuperação que foi tudo bem, da cicatriz que ficou até um charme. rsrs. O médico me deu 15 dias de licença. Com fé, e nas mãos de Deus vai dar tudo certo.

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    2. Gente tenho o mesmo problema e terei que fazer uma cirurgia, poderiam me informar quanto mais ou menos custa essa cirurgia, tenho medo de ser muito caro, pois, minhas condições financeiras são minímas. Obrigada!!!

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  13. Olá Jonathan, a 16 anos atrás operei pela primeira vez eu estava com 28 anos de idade, 8 anos depois tive que fazer mais uma cirurgia, agora com 48 anos de idade fiz a minha terceira cirurgia e estou indo para quarta esta semana, as duas primeiras foi tirada a por fora a terceira por dentro e quarta sera por fora. Gostaria de saber qual o tratamento adequado para este caso estou muito nervosa pois antes não me em comodava, mais hoje sinto latejar e estou muito em segura com o tratamento só com medicamento de ante ante-inflamatórios diz o medico que depois da quarta cirurgia vou passar pela quimioterapia gostaria de saber se este tratamento esta correto ou se existe outro tratamento mais eficaz, desde de ja agradeço a oportunidade de tirar minhas duvidas, e pelo artigo me esclareceu muito para mim. Vany

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  14. Olá, meu nome é Aurete, realizei a cirurgia retirada tumor glandula parotida direita dia 10/10/2013, no mesmo dia as 21:00 tive alta, meu rosto ficou um pouco inchado, mas a recuperação está sendo ótima, o médico me deu 14 dias em casa, os movimentos do meu rosto estão normais, confesso que de inicio fiquei com muito medo, mas foi tranquilo.

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  15. Olá Jonathan, primeiramente parabéns pelo blog, ajudou muito a tirar duvidas. Realizei minha cirurgia dia 13/12/2013. hoje completam 23 dias. Peguei o resultado da Biopsia e levarei ao medico dia 07/01/2014. Volto para compartilhar as informações para que outras pessoas possam ter acesso aos nossos casos,

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  16. Olá meu nome é Rosa Maria e já fiz a cirurgia duas vezes, sem saber realmente o que era, voltou novamente e resolvi procurar um clínico geral que me enviou a um otorrino e não cabeça e pescoço, a consulta ainda não foi realizada, mas estou ainda com dúvidas se realmente este caso é para otorrino ou cabeça e pescoço, moro no interior da bahia e a medicina aqui é atrasada, mas estou indo à capital. Nas minhas duas cirurgias não ficou sequela e hoje já sint-me incomodada, pois sou professora e não estou conseguindo dar aulas. Gostaria de sua opinião. Continue confiando. Seu blog está ajudando muitas pessoas. A paz de Jesus!

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  17. Olá meu nome é Cristiane fiz a primeira a 14 anos retirei o Adenoma Pleomórfico passou o tempo depois de 5 anos voltou so que eu não me preocupei pois o medico que me operou não me falou agravidade do que era so disse que era um tumor benigno so agora alguns meses atrás que consultei com cirurgião cabeça e pescoço entaõ fiquei aparar de tudo, fiz a cirurgia agora 13 de fevereiro faz 10 dias e stou muito inchada ele fez parotidectomia total com recosntrução do nervo facial e esvaziamento cervical radical e normal este inchaço?te agradeço se tu puder me responder o mais breve possível obrigado DEUS abençoe a todos

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  18. Olá Jonathan, será que você poderia me passar o nome do seu médico especialista em cabeça e pescoço? Tenho agendado 3 especialistas, estou com muito medo, chorando muito. Mas tenho fé em Deus que vai dar tudo sorte. Vou colocar você em minhas orações!!!

    Obrigada pelo seu maravilhoso Blog.

    Luiza

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  19. Boa noite . Meu nome é Paulo César, sou enfermeiro padrão há 30 anos e vejam só: fui acometido pelo Tumor de Whartin ( Cistadenoma papilar linfomatoso ) graças á deus, trata-se de tumor benigno, mas tive que remover totalmente a parótida direita (tinha 2,0 cm ) e parte da parótida esquerda ( 2,4 cm) . O inicio dos sintomas não foi diferente de muitos que li aqui .O aparecimento dos caroços logo abaixo do lóbulo de ambas as orelhas, indolores, palpáveis e móveis . Procurei primeiramente um clinico geral, que me informou se tratar de patologia cervical e portanto ser tratado por cirurgião de cabeça e pescoço . O período entre o diagnóstico inicial com o clinico e a consulta com o cirurgião foi terrível, período de muita aflição, insônia, depressão e a terrível medo de deformação do rosto ( não sou bonito, mas sou vaidoso (rsrsrsr) e medo da morte que para mim parecia iminente . Fui avaliado por um cirurgião muito experiente ( Dr. Julio César Martins )n, que me tranquilizou e solicitou a biópsia com punção através do ultrassom ( PAAF) que foi completamente indolor e confirmou a benignidade e o diagnóstico de Tumor de Whartin . Esperei 6 meses para poder realizar a cirurgia, pois estava em período de carência do plano de saúde e a cirurgia particular custaria no mínimo 12.000,00 ( doze mil ) até porque seria utilizado Monitor de Nervos ou Sistema NIN, que é um aparelho que ajuda a evitar lesão dos nervos . No ultimo dia 15 de Abril de 2014 realizei a cirurgia, o convenio médico cobriu o monitor de nervos . Me internei as 7 horas da manhã em jejum, as 7:30 fui para o centro cirúrgico, recebi anestesia geral . Ao meio dia estava completamente acordado e as 13:00 fui levado para o quarto, sem dor, apenas com drenos nos dois lados . As 14:00 horas já podia andar pelo quarto e corredores do hospital e navegava pela internet e dava noticias através do facebook à todos os amigos que se surpreendiam com a rapidez da melhora . As 15:00 horas tomei um belo café da tarde e as 18:00 hs jantei normalmente, pois não tive paralisia dos movimentos da face . Dormi muito bem a noite toda, as 8:00 recebi a visita médica, que retirou os drenos e me deu alta . Tomei banho, fizemos um curativo compressivo, subi num taxi e fui para casa, surpreendendo até minha mãe que já se preparava para me visitar logo mais . Fiquei em casa 6 dias de repouso " entre aspas " e já no sétimo dia já fui trabalhar . Estou hoje no 12 º pós operatório . Estou com os movimentos do rosto preservados, sinto apenas dormência em ambas as orelhas e na região próxima, já retirei os pontos, a cicatriz é mínima e a única coisa que me incomoda é que tenho tido acumulo de saliva na região próxima da incisão ( corte ) cirúrgico que chega a provocar certo inchaço e quando eu comprimo ( aperto ) ocorre extravasamento de liquido para a parte externa do rosto . Fiquei muito preocupado com essa situação, pois além do incomodo de ter que manter um curativo compressivo ( nada discreto ) tenho receio de formação de fistula, que é uma passagem anormal da saliva pelo rosto . O médico me assegurou que é muito cedo para afirmar que vai ocorrer isso, em todo o caso é a única coisa que me aflige neste momento . Se alguém desejar mais informações pode me mandar e.mail: paulocesar.novais@uol.com.br ou pelo facebook : Paulo César Lacerda de Novais, e pedi também para ser adicionado no grupo . Se alguém tiver tido alguma experiência com essa situação de acumulo de liquido (saliva ) no subcutâneo da pele me informe . Obrigado, abraços à todos .

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    1. Boa noite ! Gostei mto desse blog . Parabéns pela iniciativa, Jon! Paulo Cesar Novaes, achei mto boa a descrição da tua experiência. Tenho um Adenoma pleomórfico no lado direito de 1,5 cm e que deverá ser operado em breve. Estou mto preocupada pois ele é mto profundo e atrás da mandíbula por isso impalpável.. Ele foi localizado em um outro exame de rotina e a médica o achou por acaso.... Minha dúvida é: o MONITOR DE NERVOS DIN é sempre utilizado ou só tivestes a sorte de ter um bom cirurgião e que utilizou no teu caso ? Sou de Porto Alegre. Alguém que se operou nessa cidade sabe me dizer se utilizaram esse monitor ?Desde já obrigada e boa sorte a TODOS pois sei o quanto todos nós precisamos

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  20. Boa noite ! Gostei mto desse blog . Parabéns pela iniciativa, Jon! Paulo Cesar Novaes, achei mto boa a descrição da tua experiência. Tenho um Adenoma pleomórfico no lado direito de 1,5 cm e que deverá ser operado em breve. Estou mto preocupada pois ele é mto profundo e atrás da mandíbula por isso impalpável.. Ele foi localizado em um outro exame de rotina e a médica o achou por acaso.... Minha dúvida é: o MONITOR DE NERVOS DIN é sempre utilizado ou só tivestes a sorte de ter um bom cirurgião e que utilizou no teu caso ? Sou de Porto Alegre. Alguém que se operou nessa cidade sabe me dizer se utilizaram esse monitor ?Desde já obrigada e boa sorte a TODOS pois sei o quanto todos nós precisamos...

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  21. Gente tenho o mesmo problema e terei que fazer uma cirurgia, poderiam me informar quanto mais ou menos custa essa cirurgia, tenho medo de ser muito caro, pois, minhas condições financeiras são minímas. Obrigada!!!

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  22. Ouvi falar que um cirurgião dentista buco maxilo facial também realiza tal cirurgia.

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  23. Nossa que iniciativa bacana a sua em compartilhar sua experiência e poder interagir com pessoas que estão passando ou passaram pela mesma situação.No meu caso ,é meu filho quem está passando por esta situação,ele tem apenas 15 anos.E desde os 03 aninhos volta e meia aparecia um inchaço no lado esquerdo do rosto dele.Peregrinamos por diversos médicos,e nunca chegavam a uma conclusão.Até que à uns 02 anos atrás percebemos que este "inchaço' estava aumentando e fui procurar ajuda de um cirurgião de cabeça e pescoço.Fizemos tomografia com constrate e Ressonansia magnética também com contraste,onde constou somente como lesão nodular,como se fosse uma massa na parótida.Na realidade fomos a 03 cirurgiões,queria ouvir opiniões diferentes,o primeiro disse que em caso de cirurgia ele poderia ficar com paralesia permanente,o segundo também não foi muito seguro em sua opinião.Até fui por indicação a um outro cirurgião,este que nos disse que terá que ser feita a remoção desta lesão e que meu filho terá uma paralesia facial,porém tratável.Oque já me deixou um pouco menos desesperada.Citou também a falta de sensibilidade que ficara no lóbulo da orelha.Mas,enfim,ainda estamos na fase de liberação da cirurgia por parte do plano de saúde.E foi muito bom encontrar estes relatos aqui.Enfim,achava que isto estava acontecendo somente com meu filho.Volto aqui para contar como foi a cirurgia dele.

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